Laís Bortolin: pequenos passos, um mundo de possibilidades

Em entrevista exclusiva à VOLPH, a família da pequena de 1 ano e 11 meses conta como uma experiência diante das câmeras abriu um novo caminho — e revela o desejo que acompanha cada descoberta: vê-la crescer feliz, no seu tempo e cercada de amor.

Antes de qualquer câmera, existe o parquinho. Existe a alegria de brincar no balanço, de explorar a areia, de andar de bicicleta e de se divertir na piscina. Existe uma menina que ama correr, brincar e descobrir tudo aquilo que desperta sua curiosidade. É nesse universo de infância que começa a história de Laís Machado Bortolin, uma pequena de Vicente Dutra, no Rio Grande do Sul, cujo jeito doce e espontâneo chamou a atenção de uma agência.

Com 1 ano e 11 meses, Laís é descrita pela família como meiga, carismática e cheia de encanto. Ao falar sobre ela, os pais apresentam uma criança que encontra alegria nas experiências mais simples. Essa maneira de aproveitar o mundo ajuda a compreender o que despertou o interesse da agência: a naturalidade de uma menina vivendo suas descobertas.

O primeiro contato com as câmeras aconteceu sem um book profissional anterior. A família nunca havia feito um ensaio fotográfico de Laís. As imagens foram registradas com um celular, em um estúdio montado pela própria HM Casting, com uma proposta inicial bastante simples: observar como ela se comportaria naquele ambiente.

Foi nessa experiência que seu jeito ganhou destaque. Segundo a família, a doçura e a espontaneidade de Laís chamaram a atenção da agência e abriram as portas para seus primeiros passos nesse caminho. O que começou como uma oportunidade de conhecê-la diante das câmeras passou a despertar novas possibilidades para os pais.

A criação do perfil nas redes sociais veio depois, como continuidade dessa descoberta. Expor a filha na internet não fazia parte do objetivo inicial da família. A decisão surgiu à medida que os pais perceberam sua naturalidade naquele universo e tiveram a impressão de que ela gostava da experiência. Foi então que começaram a olhar para aquela oportunidade de outra forma.

Gerenciado pela mãe e pelo pai, o perfil passou a reunir essa presença livre e espontânea. Para eles, a iniciativa também representa a possibilidade de proporcionar experiências que, no futuro, possam contribuir para o crescimento da filha. Esse futuro, porém, permanece aberto: Laís ainda tem muitas fases para viver e muito sobre si mesma para descobrir.

Ao conversar com a VOLPH, a família deixa claro qual é seu maior desejo. “Nosso maior desejo é que ela continue sendo essa criança feliz, leve e cheia de encanto, vivendo cada fase da infância no seu tempo”, afirmam os pais. É uma declaração que dá sentido a toda a história. As oportunidades são bem-vindas, enquanto a felicidade da menina permanece como a referência para acompanhar esse percurso.

Assim, o balanço, a bicicleta, a areia e a piscina continuam tendo lugar nesta narrativa. São parte da vida de Laís, das experiências que ela ama e da infância que seus pais desejam preservar. A menina que aparece nas fotografias também quer brincar, correr e aproveitar aquilo que lhe traz alegria.

Há, naturalmente, espaço para imaginar o amanhã. A família considera a possibilidade de que, um dia, Laís se torne uma profissional no mundo da moda. Esse pensamento aparece como uma esperança, uma porta que talvez se abra ao longo dos anos. Por enquanto, a escolha é acompanhar cada descoberta e permitir que ela se mostre do seu próprio jeito.

Os pais dizem que estarão ao seu lado se esse caminho trouxer oportunidades, oferecendo apoio com amor, cuidado e responsabilidade. Nessa disposição está uma das partes mais bonitas do relato: a vontade de acreditar nas possibilidades da filha enquanto respeitam a criança que ela é hoje.

Para uma mãe, guardar o registro desse começo pode ter um valor que só o tempo revela. Anos depois, estas imagens poderão trazer de volta a lembrança de uma fase breve: a menina tão pequena, a primeira experiência no estúdio, a surpresa de perceber que seu jeito havia chamado a atenção. Um capítulo que merece ser lembrado pelo carinho com que foi vivido.

Laís Bortolin chega à VOLPH com uma história que está apenas começando. À sua frente, há possibilidades; ao seu redor, uma família disposta a acompanhá-la. E, no presente, há uma infância inteira para aproveitar — com curiosidade, brincadeiras e a liberdade de crescer no próprio tempo.

Que um dia ela possa olhar para estas páginas e reconhecer o amor que esteve presente desde o início. Seja qual for o caminho escolhido, esse será um legado precioso: saber que, antes de qualquer conquista, já havia quem acreditasse nela e desejasse, acima de tudo, vê-la feliz.

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