Duda Santos é a protagonista da primeira fase de Renascer, nova novela das 21h da TV Globo. Em entrevista à Marie Claire, a atriz avaliou sua estreia como personagem principal do remake da trama de 1993, celebrou a representatividade na nova versão e entregou como foi a experiência de contracenar com o veterano Humberto Carrão.

A artista, que já participou de Malhação: Toda Forma de Amar, Travessia e no filme Um Ano Inesquecível: Verão, comentou sobre a pressão de ocupar o lugar de protagonista em um folhetim do horário nobre da emissora.

“Sou um pouco discreta nas redes sociais. Não falo muito, não saio muito também, só vou para samba [risos], mas estou disponível. Estou aqui, falo com vocês com o coração aberto, porque quero realmente que as pessoas me conheçam. Não conheço muito esse mundo. Estou conhecendo agora. Estou chegando agora. Espero que vocês me recebam de coração aberto”, declarou, esperançosa.

“É a minha personagem favorita”

Duda Santos elege Maria Santa, de "Renascer", como sua personagem favorita — Foto: Reprodução/Instagram
Duda Santos elege Maria Santa, de “Renascer”, como sua personagem favorita — Foto: Reprodução/Instagram

“É um espaço lindo que a gente está ganhando na teledramaturgia brasileira. E, aos 22 anos, conquistar um destaque como esse é muito gratificante. Não é só estar em uma novela das 21h como protagonista, mas uma história como essa, que é um símbolo, está viva na memória de muita gente, é o ‘xodó’ de muita gente. Maria Santa foi um presente”, reconheceu.

“Maria Santa foi a personagem mais intensa que já fiz em toda a minha vida. Que mais visitei lugares dentro de mim e mais amei fazer. É a minha personagem favorita. Fiz com todo o meu coração”

A representatividade no remake da novela

Ao ser questionada sobre a nova leva de produções de remakes da Globo, como RenascerPantanal e Elas por Elas, a atriz avaliou: “Toda história tem vários lados, então é muito bonito vê-las sendo contadas de várias formas e cores”.

“Nossa novela, dessa vez, traz vários corpos que precisam ser representados há muito tempo. Tem pessoas pretas, indígenas, tudo sendo representado e antes não era assim”

Ela celebrou a atualização do texto para o cenário atual e pontuou: “Acho justo, historicamente falando. Todo mundo tem direito de contar suas próprias histórias. E hoje, por exemplo, a Maria Santa ser uma mulher preta é lindo de ver”.

O parceiro de cena ideal

A artista ainda comentou como foi ter Humberto Carrão como seu par romântico. “Ele é apaixonante, muito disposto, honesto. Para mim foi uma troca muito bonita e foi essencial ter ele ali. Admiro o Humberto há muito tempo. Vou ser grata por ele para o resto da vida”, elogiou.

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